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Diniz vê time "guerreiro"
28/09 - 22h44

Contratado na quinta e apresentado na sexta, Fernando Diniz estreou neste sábado pelo São Paulo com um empate em 0 a 0 com o líder Flamengo, no Maracanã, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Ele reconheceu que, com o pouco tempo para treinar, procurou "mexer o mínimo possível" nos jogadores e comemorou o empate.
– Foi um bom resultado. O Flamengo vinha de uma sequência enorme de vitórias, batendo recordes. Fizemos um jogo que era preciso fazer. O time foi taticamente muito inteligente, corajoso. Subimos as linhas a hora que deu. Na hora que não dava, eles estavam com muita flutuação atrás, um jogo perigoso. Quando baixamos o bloco o time ficou mais seguro, tivemos chances de contra-ataque para matar o jogo também. O time foi muito guerreiro, tiveram coragem, se doaram. Merecemos o empate.

Questionado sobre o áudio vazado de Vagner Mancini, que atribuiu sua saída do São Paulo à influência dos jogadores (em especial, Daniel Alves) na contratação de Fernando Diniz, o técnico do Tricolor minimizou o caso e chamou o ex-coordenador de futebol de "amigo". Ele procurou celebrar o fato de ter sido respaldado pelo grupo de jogadores.

– O Mancini é muito amigo, amigo mesmo. Falando dos jogadores, é um reconhecimento de um trabalho de 10 anos. Eu tento tirar o melhor deles. Eles vão vendo o trabalho ao ponto de ter esse tipo de apelo e vontade de jogar comigo. Um grande troféu para mim – disse Fernando Diniz.

Veja como foi a entrevista de Fernando Diniz

Atuação do time já teve dedo seu?

– Eu concordo um pouco. Acho que tem muito a ver com a características que os jogadores do São Paulo têm, que são muito bons, alguns top mundial. Isso facilita. Eles têm muito recurso. Claro que dei um pouco de orientação para ter coragem de jogar quando possível. Quando não fosse, não correr riscos desnecessários. Treinamos um pouquinho antes. Tem herança do trabalho do Jardine e Cuca, que temos que valorizar também.

Mas já teve mudanças no time...

– Eu tentei mexer o mínimo possível nos jogadores. O Tchê Tchê, do jeito que fizemos a formação e do jeito que ele é versátil, ele se sacrificou para ocupar aquele espaço. Taticamente ele foi muito bem.

O que achou do resultado?

– Foi um bom resultado. O Flamengo vinha de uma sequência enorme de vitórias, batendo recordes. Fizemos um jogo que era preciso fazer. Muito inteligente o time foi taticamente. Corajoso. Subimos as linhas a hora que deu, a hora que não dava eles estavam com muita flutuação atrás, um jogo perigosos. Quando baixamos o bloco o time ficou mais seguro, tivemos chances de contra-ataque para matar o jogo também. O time foi muito guerreiro, tiveram coragem, se doaram. Merecemos o empate.

Sobre os jogadores terem pedido sua contratação

– Mancini é um grande amigo, muito amigo mesmo, tenho um carinho especial. Falando dos jogadores, ter essa satisfação é um reconhecimento de um trabalho de dez anos. Minha vida é de dedicação para oferecer o melhor aos jogadores, para tirar o melhor deles. A transformação do futebol aqui no Brasil parte dos jogadores. A gente conseguir oferecer boas condições em todos os sentidos para que eles consigam prosperar. Vai desenvolvendo o trabalho, circulando de boca em boca, ao ponto de ter esse tipo de apelo e de vontade dos jogadores de quererem trabalhar comigo. Um grande prêmio, um grande troféu para mim.

Sobre Vagner Mancini

– A gente trocou mensagens, está tudo bem comigo e o Mancini. Somos muitos parceiros mesmo. Eu não tive absolutamente nada. Fiquei sabendo só a noite da possibilidade de vir ao São Paulo, foi um grande presente para mim trabalhar em um dos maiores times do mundo.

Semana livre para treinos

– Já vamos colocar nessa semana, que são uns três treinos. Na segunda os jogadores se recuperam e na véspera não podemos fazer quase nada. O plano é já dar uma cara daquilo que pretendemos no time. Treinar algumas coisas no meu padrão de posse. Fizemos um pouquinho hoje, um simulacro do que queremos daqui para frente. Essa semana é ir colocando as ideias aos poucos.

Sobre o jogo

– Acho que nas chances que tivemos, poderíamos ter ganhado o jogo, assim como poderíamos ter perdido. No jogo o Flamengo teve mais volume, mas em chance real não foi tão diferente. Também tivemos as nossas chances. Talvez quando tivermos a chance, termos sido mais felizes na conclusão.

Sobre ter segurado o Flamengo

– Esse tipo de questão é legal, mas acaba sendo um pouco reducionista. Qualquer um poderia ter feito o gol. Se tivesse feito um gol, seria a euforia dos três pontos, se tivesse tomado... O Fluminense se defendia bem também. Uma das boas defesas do Volpi, se não tivesse feito... Ele fez defesas muito difíceis, teve uma participação muito efetiva, assim como os jogadores de trás. O time como um todo, todos os jogadores tiveram uma participação muito boa. Muitos comprometidos com aquilo que queríamos, um espírito vencedor. De fato o São Paulo tem um ótimo elenco.

Se tivesse mais do seu trabalho encaixaria mais no jogo de hoje?

– Isso é muito hipotético, né? Claro que quanto mais tempo de trabalho você tem fica melhor para o seu time. Se tivéssemos tido um jogo com mais posse, de articulação na saída de bola... Essas coisas vamos ver mais no São Paulo com o passar do tempo. Estou muito feliz com o resultado e como ele foi construído.



Sobre críticas de Jorge Jesus a um jogo defensivo e faltoso do São Paulo

– Eu não concordo. Pelos números eu acho que o Flamengo só fez cinco faltas a menos. Teve um pisão do Gabigol que o árbitro poderia ter chamado e expulsado, como já expulsaram outras vezes. Opinião é isso, cada um tem a sua. Foi um jogo muito inteligente do São Paulo.

Sobre Alexandre Pato

– Para mim é super tranquilo ter jogadores de qualidade, ainda mais a dele. Vou falar o que falei para os jogadores, o Pato era para ter disputado duas Copas e estar indo para a terceira pelo imenso talento que tem. Onde ele entra não é o mais importante, mas sim ele ter condições e voltar para termos um jogador de qualidade jogando.

Resultado e estilo de jogo

– A gente vai fazer sempre o jogo que é possível, todos sabem a minha preferência. Conforme vai andando a gente vai implementando para aumentar a chance do São Paulo vencer. Aquele jeito, para mim, é o melhor jeito de ganhar, o jeito que facilita. Além de ser um estilo bonito que as pessoas apreciam. Foi ele que me trouxe ao São Paulo.

Fonte: Globoesporte.com [!] Enviar esta notícia para um amigo 

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